Quando vires os teus olhos a verem-te, quando não souberes se tu és tu ou se o teu reflexo no espelho és tu, quando não conseguires distinguir-te de ti, olha para o fundo dessa pessoa que és e imagina o que aconteceria se todos soubessem aquilo que só tu sabes sobre ti.

José Luis Peixoto

terça-feira, 16 de novembro de 2010


A diferença entre o estar e o estar bem passa muito por sermos mais ou menos aquilo que nos acontece. Ser mais... e depois o resto irá acontecendo. Não te preocupes...

domingo, 31 de outubro de 2010

Beautifull mess


Porque há coisas que nunca mudam.
E em Braga, na Itália ou mesmo aqui ao lado, sei-te sempre comigo.

domingo, 15 de agosto de 2010

We don't Wish for the easy stuff


"We wish for big things, things that are ambitious, out of reach, we wish because we need help and we are scared, and we know we may be asking too much, we still wish though, because sometimes they come true."

Grey's Anatomy

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Brilho (com)sentido #9

[Tive direito a prendas. E não é Natal]


Prendas que são mais que isso. Muito mais.
São ler revistas no BragaParque, o café e a nata depois do sono de "Chamas da vida". São o ter ficado a dormir quando toda a gente estava entretida com a neve. São os jantares (poucos mas bons) e as conversas pela varanda com os vizinhos da frente. São as caminhadas, o House e o nascer do Erasmus. São a Mecânica de Fluidos em cima da hora, o LCAA de uma noite e os montes e vales à chuva. São as novas pessoas e as nossas pessoas de sempre. São o erro do S. João, o CAB e os napolitanos. A découpage, as esperas nas Taipas e as caminhadas.

E são dos maiores brilhos (com)sentido...

sexta-feira, 14 de maio de 2010

quarta-feira, 21 de abril de 2010

terça-feira, 30 de março de 2010

Laugh

Laugh often, long and loud, laugh until you gasp for breath. And if you have friends who make you laugh, spend lots and lots of time with them.

Este fim-de-semana foi assim. Rir até faltar o ar e doer a barriga. Furámos casamentos, adormecemos no sofá, jogamos uno e tivemos na nossa cena, nada nos atinge. Passeamos, lambuzamo-nos em doces conventuais e vimos muita gente que merecia o CM. Porque tu estás longeeeeee, tás no Panamá. Mas continuas aqui bem perto.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Brilho (com)sentido #8


Mesmo sem bateria fomos lá ter. Fui "roubada" no metro mas ganhei um Twix. Da conversa ao sol na ribeira, gostei. O almoço foi lento, atacado por pombas mas com direito a Principezinho. Subimos os Clérigos e vimos o Porto de cima. A morrer de sede aprendeste o que é um pneu. Houve sundae aos pés da estátua e passeio por Santa Catarina, à espera do relógio que não veio e das fotos que afinal não eram uma pechincha. Esperamos em S.Bento e fomos no mesmo comboio.

Até à próxima_disseste
Até já_digo eu

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Até logo, peq.


Sei falar um pouco português, disseste no início.

Ensinaste-me a parar a chuva (preciso de mais treinamento). comi comida verde e aprendi tiramisú vegetariano. ensinaste-me confocal e quase Alamar. italiano, tentaste. aprendi o galopante e marchas quando vou atrás de ti.
Ensinei-te mais do que imagino, disseste tu. o teu abraço de despedida ensinou-me ainda mais. e fez-me melhor.

Obrigada, viu?
Espero-te por aqui

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Home


é quando fazemos dos lugares onde estamos o nosso lugar. é sempre que somos convidados a entrar em novas casas e reconstruímos a nossa. é onde podemos dançar só porque sim. é onde fazemos jantares, juntamos aqueles que gostamos e partilhamos bocadinhos de nós. é onde aprendemos, ensinamos, vivemos e sentimos. é muito mais ainda.

Fiz deste o meu lugar. a minha casa. até agora. porque sei que posso voltar, não importa o tempo que estiver fora...

domingo, 31 de janeiro de 2010

Brilho (com)sentido #7

Que mais poderia ser depois de uma viagem de mil horas num autocarro até à montanha acompanhada de pão e bolachas com previsão de abandono. Acabar a noite, depois de uma soneca as 20h, com Bailey's e banana. E acordar com um mega pequeno almoço na cama.

Brilho com sentido, claro...

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Hoje ficava

o fim-de-semana. a saída de sexta e conversas em espanglês. o fondue de chocolate. a sempre Grey. o bolo de chocolate. as "coisas de meninas". o 2012. o jantar de grilo. a conversa depois acompanhada de chá e bolachas.

E passei de fugir a querer ficar

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Hoje fugia

E deixava tudo para trás

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

De 2009

De 2009:

Houve Braga. Os nossos napolitanos. o BragaParque. caminhadas. jantares. aprendi a CABer. dei sangue. resolvi parte da minha história. contei anedotas pela net. aprendi a deixar ir. S.João.
Houve a 1ª Lisboa. conferências. 3Bs. bairro alto e bbc. bolos de madrugada e comboios esgotados.
Houve a Covilhã. carnaval. maio. tgb. (re)encontros. confusão de sentimentos.
Decisão da partida. despedidas de Braga. Verão. piscina e mais covilhã. precisei de dar e que me dessem a mão. Ericeira. primeiros encontros. o nosso gelado. cafés. praia e mar.
Descobri (sem contar) mais um sorriso que me aquece o coração (mesmo ao longe).
Houve a 2ª Lisboa. bairro alto. jantar. e partir.
Houve Itália. casa nova. querer voltar. multa. grey. partilhas à distância. Roma, Veneza e sky e escalada. festas. pessoas novas outras que estão sempre comigo. saudades. voltar. bairro alto. sintra. tiramisú. árvore de natal. itália. primeiras despedidas (talvez para sempre). e agora aqui... quase de novo lá.

E tudo isto fez de 2009 O ano. Vocês fizeram O ano. Obrigada!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Brilho (com)sentido #6



Sofá. A fazer tempo.

Que lhe vais dar Digues?

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Felicidade

Não se compra num centro comercial. Vai-se conquistando.
Destes dias. os pastéis de nata. o Starbucks. tiramisú aldrabado. cantores no autocarro e no avião. muito mimo. golden grahams hiper-doces. matar saudades. surpresas que não chegaram a ser. vin brulé. fotos. muitas fotos. dormir no aeroporto. corridas no metro. Bolhão. Chiado. doces da Covilhã. torradas e chocolate quente. Principalmente, sermos e estarmos. Felizes.

Porque em Lisboa é ainda mais feliz quem já é feliz.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Brilho (com)sentido #5


Cama minúscula. cobertor feio. sem cores.
Saltas da tua para a minha.
Fica grande. colorida. capaz de guardar conversas e recordações. Capaz de me dar exactamente o brilho com(sentido) que precisava...

[não saberia não te ter]

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Hoje apetece-me o 7º direito


Há dias em que me apetece um gelado. Há dias em que me apetece dormir. Há dias em que me apetece ver Grey. Há dias em que me apetece ir às compras.
Hoje.
Hoje só me apeteciam as nossas torradinhas molhadas em leite quente. Apeteciam-me os miminhos da mãe Dulce. As parvoíces dos morangos. Apetecia-me fazer desenhos com a Constantina. Não saber que roupa vestir para ir passear e fugir dos morcegos que se colam ao cabelo.

Hoje só me apetecia contigo no 7º direito...

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Sempre nossa

Saudade...
Tão unicamente nossa. Certeza de ser partilhada.

[Longe ou perto. sempre a nossa Latada]

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Dás-me mais cor


O cinzento pode tomar conta do dia. querer apagar as cores. a luz.
tu vens. mostras-me o teu Sorriso... e elas voltam! Simples assim...


Não podes estar ao pé de mim...
Estás em mim. É mais perto!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Brilho (com)sentido #4

[Quando procuramos olhar apenas para a nossa paisagem, vemos que esta seria um deserto se não soprassem nela ventos de partilha e rios de confiança]


Tardio nas horas mas não no tempo que o devia acontecer. Partilhei!
E ficaste feliz por mim (nunca deixarás de ser a favor das histórias que merecem ser contadas). E eu feliz por isso. À distância dei-te ventos de partilha e recebi rios de sorrisos. E o dia acabou com mais brilho...

Deste-me mais brilho com(sentido)!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O melhor Sol do mundo

Porque, do nada, a chuva e frio dão lugar ao maior e melhor Sol do mundo. Aquele que aquece o coração!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Final Call


E foi mesmo preciso uma Final Call.
Desta vez, como em muitas outras, o coraçãozinho pedia para ficar...
Destas férias (e de todo o ano), os momentos marcaram, foram bons, felizes. Deixaram saudade! Ficam as fotos, as memórias, os momentos, sentimentos, palavras e recordações. Para sempre!

E, no regresso, nada disso se irá perder...

[Seremos cúmplices o resto da vida]

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Cativa-me

"- Quem és tu? - perguntou o principezinho - És bem bonita...

- Sou uma raposa - disse a raposa.

- Anda brincar comigo - pediu-lhe o principezinho - Estou tão triste...

- Não posso ir brincar contigo- disse a raposa- Ainda ninguém me cativou...

- AH! Então, desculpa! - disse o principezinho.

Mas pôs-se a pensar, a pensar, e acabou por perguntar.

- "Cativar" quer dizer o quê?

- Vê-se logo que não és de cá - disse a raposa - de que andas tu à procura?

- Ando à procura dos homens - disse o principezinho. - "Cativar" quer dizer o quê?

- É uma coisa de que toda a gente se esqueceu - disse a raposa. - Quer dizer "Criar laços"...

- Criar laços?

- Sim, laços - disse a raposa. - Ora vê, por enquanto tu não és para mim senão um rapazinho perfeitamente igual a cem mil outros rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto eu não sou para ti senão uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativares, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E eu também passo a ser única no mundo para ti...

Estás a ver aqueles campos de trigo ali adiante?

Eu não gosto de pão e, por isso, o trigo não me serve para nada. Os campos de trigo não me fazem lembrar nada. E é uma triste coisa! Mas os teus cabelos são da côr do ouro. Então, quando tu me tiveres cativado, vai ser maravilhoso! O trigo é dourado e há-de fazer-me lembrar de ti. E hei-de gostar do som do vento a bater no trigo...

A raposa calou-se e ficou a olhar para o principezinho durante muito tempo.

- Se fazes favor... Cativa-me! - acabou finalmente por pedir.

- Eu bem gostava - respondeu o principezinho, - mas não tenho muito tempo - tenho amigos para descobrir e uma data de coisas para conhecer...

- Só conhecemos o que cativamos - disse a raposa - Os homens deixaram de ter tempo para conhecer o que quer que seja. Compram as coisas já feitas aos vendedores. Mas como não há vendedores de amigos, os homens deixaram de ter amigos. Se queres um amigo, cativa-me!

- E tenho de fazer o quê? - disse o principezinho.

- Tens de ter muita paciência. Primeiro, sentas-te longe de mim, assim, na relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não dizes nada. A linguagem é uma fonte de mal entendidos. Mas podes-te sentar cada dia um bocadinho mais perto...

O principezinho voltou no dia seguinte.

- Era melhor teres vindo à mesma hora - disse a raposa.

- Por exemplo, se vieres às quatro horas, às três, já eu começo a estar feliz - E quanto mais perto fica da hora, mais feliz me sinto. Às quatro em ponto hei-de estar toda agitada e toda inquieta: fico a conhecer o preço da felicidade! Mas se chegares a uma hora qualquer, eu nunca vou saber a que horas hei-de começar a arranjar o meu coração, a vesti-lo, a pô-lo bonito...

(...) O principezinho foi ver as rosas outra vez.

- Vocês não são nada parecidas com a minha rosa. Vocês ainda não são nada. Não há ninguém cativado por vocês e vocês não estão cativadas por ninguém. Vocês são como a minha raposa era. Era uma raposa perfeitamente igual a outras cem mil raposas. Mas eu tornei-a minha amiga e, agora, ela é única no mundo.

As rosas ficaram bastante incomodadas. - Vocês são bonitas, mas vazias – ainda lhes disse o principezinho. Não se pode morrer por vocês. Para uma pessoa qualquer, a minha rosa é perfeitamente igual a vocês. Mas, sozinha, vale mais do que vocês todas juntas, porque foi a ela que eu reguei. Porque foi a ela que eu pus debaixo de uma redoma. Porque foi a ela que eu abriguei com o biombo. Porque foi a ela que eu matei as lagartas (menos duas ou três, por causa das borboletas). Porque foi a ela que eu ouvi queixar-se, gabar-se e, até às vezes, calar-se. Porque ela é a minha rosa.

E então voltou para o pé da raposa e disse: - Adeus…

- Adeus – disse a raposa. Vou contar-te o tal segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos...

O essencial é invisível aos olhos – repetiu o principezinho para nunca mais se esquecer.

Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... - repetiu o principezinho para nunca mais se esquecer.

Os homens já se esqueceram desta verdade – disse a raposa. Mas tu não te deves esquecer dela. Ficas responsável por todo o sempre por aquilo que cativaste. Tu és responsável pela tua rosa...

- Sou responsável pela minha rosa... - repetiu o principezinho para nunca mais se esquecer."

domingo, 16 de agosto de 2009

Sorrisos

E há sorrisos assim... Que aquecem o coração!