sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
domingo, 13 de janeiro de 2013
Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido
Hoje não foi o vento, foi a neve. A andar de bicicleta e tudo branquinho e a nevar. Não consegui tirar fotos, ainda não me equilibro muito bem só com uma mão, mas parecia mesmo uma cena de um filme. Há dias que, mesmo com muito frio, vale a pena vivê-los lá fora.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Tudo em meu redor me diz que estás sempre comigo
Ainda um bocado anestesiada das últimas 2 semanas do ano, dos jantares, das despedidas, dos "até já", mas já mais dentro da realidade do daqui para frente dos próximos meses. Uma realidade um pouco mais distante em km, em abraços e almoços demorados e sem tempo para falar tudo o que se quer. Mas os bons dias todas as manhãs, sem excepção, as conversas ao longo do dia, as piadas sem piada que tanto me rio, as partilhas, a preocupação, essas continuam todas cá, nascem todos os dias de manhã ao tirar um papelinho do saco (que sempre me faz rir), nas conversas pelo skype, nas pequenas grandes coisas.
domingo, 16 de dezembro de 2012
O melhor que
os amigos e as amigas têm a fazer é verem-se cada vez que podem. É
verdade que, mesmo tendo passado dez anos, é como se nos tivéssemos
visto ontem. Mas, mesmo assim, sente-se o prazer inencontrável de
reencontrar quem se pensava nunca mais encontrar. O tempo não passa pela
amizade. Mas a amizade passa pelo tempo. É preciso segurá-la enquanto
ela há. Somos amigos para sempre mas entre o dia de ficarmos amigos e o
dia de morrermos vai uma distância tão grande como a vida.
Miguel Esteves Cardoso
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Levas-me
Regressaste ontem, tal como apareceste da primeira vez, de surpresa. Levas-me, com as palavras sabes que, pelas palavras, eu vou sempre, àquele tempo, aos gelados, às sornas, à preguiça e aos passeios e sorrisos. Levas-me ao céu que é um lugar na terra, a um dos sorrisos mais bonitos, às horas ao telefone e às palavras na parede sempre as palavras. Levas-me às ruas de Sintra e ao chocolate quente. Levas-me ao que fui, ao melhor de mim.
Levas-me a ver que, apesar de tudo, valeu a pena.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Não estava em mim e fui menos eu, menos quem deveria ter sido. Cuidaste de mim, como sempre o fizeste. E, no silêncio da noite, eu ouvi-te e quis dar-te a mão, literalmente, e dizer-te que estava ali, que estou sempre aqui, mas não consegui. A estupidez de uma noite tirou-me as forças.
Even if you cannot here my voice, I'll be right beside you.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Ponto de não retorno
Enquanto continuarmos assim, a tentar, a querer saber, enquanto não chegarmos ao ponto de não retorno, enquanto isso, estamos bem.
título daqui
domingo, 18 de novembro de 2012
Os meus bons dias nos Meus
"Depois,
chego ao trabalho, ligo o pc, abro o email e o chat pisca com o "bom dia
alegria" ou "buenos dias matosinhos". Não preciso de me esforçar para
saber quem é, pois o ritual assim o dita e sei sempre que ao chegar ela o
fará com o maior sorriso nos lábios e aquela expressão de menina
travessa de sardas no rosto e bochechas rosadas. Sei que o diz com o
mesmo carinho com que me lê, com que me escuta e me segue. Com a mesma
preocupação de quem quer bem e com o mesmo amor de quem é feliz porque
os seus o são"
Nos bons dias, na banana a meio da manhã, na fruta ao almoço, no voltar atrás na minha burrice. Porque, mais do que não fazer aos outros o que não gosto que me façam a mim, gosto de fazer aos outros o que gosto que me façam a mim.
sábado, 3 de novembro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
Ela pode vir brincar?
Somos todas diferentes, sempre fomos. Mas depois, quando nos juntamos todas outra vez, aí voltamos a ter 7, 12 ou 16 anos, voltamos a ser as meninas que brincaram sempre na rua, que não tinham vergonha de pedir comida na casa umas das outras, que partilhavam tudo mesmo sem saberem nessa altura que isso era desabafar. Voltamos a rir-nos com e umas das outras, voltamos a reviver o tempo de jogar à macaca e a partilhar os problemas de agora. E é nestes momentos, nestes pequenos momentos que sinto e sei que por mais voltas que o mundo dê, lá no fundo, vamos ser sempre nós.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Há só uma janela fechada
Há só uma janela fechada, e o mundo lá fora;
E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.
E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.
Alberto Caeiro
Em Janeiro vou abrir outra janela e ver mais mundo lá fora. Vou fazer uma pausa daquele que tem sido o meu sitio de todos os dias nos últimos tempos. Vou ganhar novos rituais de almoço e lanche, novos bons dias à chegada e até amanhã à saída. Vou passar a pasta dos "emails para todos" e vou deixar de estar, todos os dias. E, se por um lado não podia estar mais ansiosa com a nova aventura, com a possibilidade de fazer um grande trabalho, de conhecer pessoas novas e uma cultura diferente, por outro, estou com medo de abrir a janela e ver que afinal aquele mundo lá fora não é aquilo com que sonhei.
domingo, 14 de outubro de 2012
Meu irmão
É carne da minha carne e sangue do meu sangue. E quando recorro aquele exercício infantil de tentar perceber o quanto se gosta de quem quer que seja através daquilo que se está disposto a fazer por quem quer que fosse, dou por mim a pensar no motivo pelo qual seria capaz de matar e ocorre-me um de imediato - ele.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Um bocadinho mais
Não é fácil chegar a mim, pelo menos eu acho que não é. Falo e sorrio com todos. Mas nem com todos desabafo, nem a todos mostro as minhas preocupações, peço conselhos e opiniões. Que é preciso sacarem-me com saca-rolhas, dizem. Eu concordo. Mas depois, há pessoas que me conhecem tão bem que sabem quando preciso de falar, que me fazem querer falar, querer contar coisas que nem eu própria sei bem. E eu gosto quando isso acontece. Gosto de ser assim. Gostei de ter a NC de sempre a preocupar-se comigo, a perguntar e a querer estar sempre (nem que seja só um bocadinho todos os dias). Gostei que me ajudassem a abrir os olhos e a ver que nem sempre estou 100% certa. Gostei de sentir ter crescido um bocadinho mais na partilha.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
"Não tenhas pressa
de crescer, não me interpretes mal, crescer é maravilhoso, só não tenhas
pressa. Aproveita cada momento, mesmo os de tristeza, os de raiva, não me
interpretes mal, não se trata de os alimentar, mas de os viver, apenas
vivê-los. Não tenhas pressa de crescer, vive cada dor como deve ser vivida,
cada alegria como deve ser partilhada, cada vivência como se dela fosses
extrair algo, extrais sempre, não tenhas pressa de crescer. Não tenhas pressa
para ser independente, não tenhas pressa, aproveita cada carinho, cada abraço,
cada sorriso, cada mimo, lambe cada ferida com compaixão, com amor, por ti,
sempre por ti. Não tenhas pressa. Não tenhas pressa, vive o momento como se o
merecesses, sente cada gesto, cada toque, cada textura, percorre-a com os teus
dedos, a memória da sensação é muito mais duradoura do que a que fica registada
no cérebro, essa é volátil, não há hd externo que te salve. Ouve cada palavra,
sente cada entonação de voz, observa o piscar dos olhos, observa os olhos,
sempre os olhos. Não tenhas pressa de viver, não tenhas pressa para terminar
uma tarefa, fá-la com amor, perde tempo com os detalhes. Não tenhas pressa,
porque cada passo teu, cada palavra dita, cada ação, cada gesto, cada sensação
boa ou má, cada segundo da tua vida passa rápido demais, cada minuto, cada
momento, acaba e não volta nunca mais. Não tenhas pressa, porque cada vivência
tua te vai ser cobrada mais tarde, cada coisa que recusaste tem um preço, cada
coisa que fizeste tem um preço. A vida tem um preço. Não tenhas pressa de
viver, vive, regista o melhor que puderes, atenta nos detalhes, os detalhes são
o que te prenderá às tuas próprias amarras ou te deixará livre para voares para
onde quiseres. Não tenhas pressa, voa devagar, lentamente, não tenhas
pressa."
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Volta sempre
Vai. Claro que vai. Volta sempre.
Mas até voltar, até brilhar com a mesma intensidade, vai ser preciso tempo. Porque é difícil superar as desilusões, as nossas e as dos outros. É difícil não sentir o nosso mundo a tremer quando nos tiram uma grande (e boa) parte de nós. É impossível não fraquejar, não chorar, não querer sair daqui e começar tudo noutro sítio. Mas também é impossível manter-me longe de quem gosto, deixar para trás quem eu sei ser bom, não me agarrar a quem esteve e está sempre do meu lado e saber que um dia, um dia tudo vai voltar a ser como sempre devia ter sido.
domingo, 9 de setembro de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
So, here I go.
Here's the thing about mistakes:
Sometimes, even when you know something is a mistake, you gotta make it anyway.
How I met your mother
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
A NC diz-me que uma das lições que aprendeu comigo foi viver tudo, mas sempre serena. Agora falta-me essa serenidade. Fugiu-me, e eu não sei quando nem para onde. Falta-me a tranquilidade de outros tempos, o resolver as coisas à primeira e saber ser essa a melhor decisão. Falta-me a paz de estar quieta e mesmo assim feliz, a maior parte dos dias. Falta-me o entender tudo com paz, com bondade, sem más intenções.
E assim, assim não estou feliz.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Makes it so hard not to cry
E depois do counting down já estou de volta. Foi bom, não espectacular, mas bom.
Gostei de te voltar a ver depois de quase 1 ano e saber que continuamos na mesma, ou melhores até. Gostei de conhecer um "paz-de-alma", de te mostrar a loja e as vistas sobre Lisboa. Adorei o almoço no Chiado e o gelado na Santini. Gostei dos concursos, das t-shirts e adorei o bloquinho. Adorei Snow Patrol, Justice e Katy B. Gostei de ir à porta Fnac ter contigo. Gostei das fotos. Adorei ter-vos comigo. Detestei ter sido burra
terça-feira, 10 de julho de 2012
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