À distância de 3 horas consigo sentir o que se passa num dos meus lugares no mundo. E não gosto, não gosto nada. Gosto de saber que se lembram de mim nas mais pequenas coisas, gosto da partilha de uma parte fofa da tua vida, a-d-o-r-o a vossa felicidade pela minha felicidade, os bons dias de manhã, os abraços ao longo do dia, os pedidos de opinião, as partilhas de mau-estar. Não gosto da desunião, da não partilha com quem está aí mesmo ao lado, do ficarem na vossa zona de conforto só porque sim e do não aproveitarem todos os dias para continuarem a construir aquilo que sempre fomos tendo. Sim, talvez eu fosse um elo de ligação e talvez por isso possa estar a ver as coisas piores do que aquilo que realmente são mas caraças "Somos amigos para sempre mas entre o dia de ficarmos amigos e o dia de morrermos vai uma distância tão grande como a vida".
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
domingo, 15 de setembro de 2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
People are often unreasonable and self-centered. Forgive them anyway.
If you are kind, people may accuse you of ulterior motives. Be kind anyway.
If you are honest, people may cheat you. Be honest anyway.
If you find hapiness, people may be jealous. Be happy anyway.
The good you do today may be forgotten tomorrow. Do good anyway.
Give the world the best you have, and it may never be enough. Give your best anyway.
Mother Teresa
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Não gosto de despedidas. Detesto despedidas. E se há pessoas de quem me despeço com a possibilidade de nos voltarmos a ver (como hoje), mesmo noutras circunstâncias, há outras que muito dificilmente se voltarão a cruzar no meu caminho. E se é maravilhoso fazer amigos, criar ligações e partilhar momentos, deixar essas pessoas partir não é tão fácil assim.
terça-feira, 23 de julho de 2013
Em dias que começam a ser de despedidas
Aqui vê-se tudo o que cada um de nós quer, desde este preci(o)so até ao
último suspiro que daremos nesta vida. Estabilidade, tranquilidade e
qualidade de vida inigualável. Aqui pesca-se à beira-rio num final de
tarde, brinca-se com os miúdos na relva enquanto eles jogam à bola,
vê-se o pôr-do-sol às dez da noite num banco de jardim, passeia-se
tranquilamente no meio dos incontáveis espaços verdes.
Nelson Nunes, no P3
Em dias que começam a ser de despedidas o sol teima em ficar por aqui, em levar as pessoas para o jardim nas suas mantinhas, prolongam-se churrascos até às 2h da manhã, combinam-se almoços lá fora e gelados ao fim do dia. Dorme-se de janelas abertas, vêem-se sorrisos em cima de bicicletas, conversa-se muito e acaba-se o fim-de-semana com um abraço. Gosto da minha vida aqui. Gosto muito da minha vida aqui.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
"Quem é que fez o mundo?
Quem inventou o sabor da maçã?
Quem é que pintou as estrelas?
Quem levanta o sol pela manhã?
Quantas vezes bate o coração, sem nunca depender de mim?
Quem é que sou eu para ti, para gostares de mim assim?"
Letra de Duarte Rosado sj.
Perco o rumo. Às vezes, por momentos, perco o rumo. Perdi-o há pouco tempo. Esqueci-me daquilo que sempre foi a prioridade para mim, as pessoas. Sempre as pessoas. E essas, independentemente de tudo o resto, estão sempre comigo.
Estão num e-mail sobre talheres, numa mensagem dos nossos santos, na partilha de músicas do spotify, em conversas de horas pelo skype, em promessas de reencontros nas novas terras e novas aventuras naquele que é o meu dia todos os anos, nas partilhas do 1ºposter, no "olá madrinha" por e-mail, em telefonemas com "andas a paxear?", em partilhas de vídeos nossos ao final do dia. E isto, sim, isto é o que, ao final do dia, realmente importa.
terça-feira, 25 de junho de 2013
No words
Sem palavras. Ando sem palavras. Ou melhor acho que há tanta coisa que quero escrever, partilhar desabafar que não sei por onde começar. Este blog espera voltar ao normal o mais rápido possível (e eu também).
sexta-feira, 26 de abril de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Home is where your heart is
Dizem que "Home is where your heart is" e eu concordo. Mas, e quando temos bocadinhos de coração espalhados por vários sítios? Temos vários lares? Somos menos em cada um deles? Não sei a resposta mais acertada para todas estas perguntas. Mas sei que, este domingo, deixei mais um bocadinho do meu coração aqui, neste lugar que já é, também, o meu lar. Deixei-o com o Sol, com a comida, com as cantorias e com a dança. Com as pessoas novas que se foram também tornando parte desta minha família do lado de cá. Com os almoços e com as ajudas quando fico do lado de fora de casa. Deixei-o porque o meu lar é também aqui.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
A maior prova de que a família também se escolhe
É isto. Foi este fim-de-semana, esta Páscoa.
Já foi 24h/24h, já foi para sempre e já foi para talvez nunca mais. Já foram sorrisos, muitos sorrisos, algumas lágrimas (talvez das mais difíceis). Já foram aventuras, visitas, partilhas, viagens. Já foi cuidar (foi sempre muito o cuidar) e já foi ignorar. Já fomos tudo e também tão pouco. Mas voltamos sempre ao nós. E o que é isto senão família?
Acrescentamos tanto desta vez que ficou um vazio quando foste, um não pertencer a lugar nenhum, o ser carta fora do baralho. Foi tanto que não tenho palavras que o descrevam.
Seja onde for, vamos sempre encontrar "Um destino qualquer ou um banquinho bom para sentar". Porque, exactamente por tudo isto, és a minha maior prova de que a família também se escolhe.
Acrescentamos tanto desta vez que ficou um vazio quando foste, um não pertencer a lugar nenhum, o ser carta fora do baralho. Foi tanto que não tenho palavras que o descrevam.
Seja onde for, vamos sempre encontrar "Um destino qualquer ou um banquinho bom para sentar". Porque, exactamente por tudo isto, és a minha maior prova de que a família também se escolhe.
terça-feira, 26 de março de 2013
On top of the world
Mesmo
com quase desistências pelo meio, com muitos km de distância e dias de
ausência física, com o mundo que parece rodar no sentido contrário ao
que deveria. Quem tem amigos como os meus está sempre On top of the world.
Obrigada :)
quinta-feira, 21 de março de 2013
E hoje foi mais uma pequena parte de mim no comboio, de regresso. E é nestas alturas que tenho saudades de casa, das minhas pessoas, do estar só porque sim, dos nossos ritmos, hábitos e risos. Sobretudo de todo o tempo que passamos a rir. E se na manhã anterior dizia que já me está a custar saber que vou embora daqui a poucos meses, hoje de manhã só queria dar um passo em frente e ir contigo no comboio.
Mas depois sinto-me sempre aí com as conversas, as partilhas e a proximidade que só a cumplicidade (e a internet) permite.
Mas depois sinto-me sempre aí com as conversas, as partilhas e a proximidade que só a cumplicidade (e a internet) permite.
Há dias assim
domingo, 3 de março de 2013
Não podia pedir mais. Excepto que nos deveríamos talvez, só talvez, ter
encontrado noutra fase das nossas vidas. (Suspeito muito de nós, é uma
daquelas coisas parvas tão típicas em mim). Aí provavelmente teria sido
para sempre. Aí a linha teria sido uma única e teríamos prosseguido. Nunca facilmente mas até ao fim. Sem dramas, está tudo bem assim também.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Dia 20
Conheço-te desde que me lembro de existir.
Por minha causa, quase ficavas sem língua. Ri-me até às lágrimas enquanto quase morrias engasgada com um chupa. Tudo o que havia para aprender, desde os 5 até já acharmos que sabíamos tudo aos 16 anos (sim, claro...), fomos partilhando entre nós. Não tínhamos aulas de manhã mas acordávamos cedo para ir para casa uma da outra. Trocamos bilhetes durante a semana toda a prever o almoço no "Bar do Século". Conseguimos estar horas a conversar, sobre nada de especial e sobre tanto ao mesmo tempo. Nunca gostaste dos meus "namorados novos" à primeira e continuas a gozar comigo por causa do 1º (mesmo não tendo sido mesmo meu namorado). Sabes que canto maravilhosamente e que, para mim, a lua está sempre "tão linda". Foges às vezes (tens fugido muito ultimamente) mas, mesmo assim, mesmo com muita insistência da minha parte, acabas sempre por voltar.
Engraçado, lembrei-me agora que quase não temos fotos juntas. Talvez porque estamos sempre na vida uma da outra.
Parabéns!
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Amor
Começar o dia a ler que a minha covinha quando sorrio, vale ouro. Ter um bom pequeno-almoço, ir na conversa e a pedalar para o trabalho e conhecer alguém que esteve 3 meses na minha cidade preferida. Continuar a manhã com uma promessa de francesinha e acabar o almoço com um abraço e o "ser a portuguesa de alguém". Pelo meio, conversas, votos de um bom dia do amor, partilhas e "gosto muito de ti". Ao fim do dia, saber que vou ter mais uma visita e sair mais cedo do trabalho para enviar um postal a quem faz parte da minha vida desde sempre. Acabar o dia a rir com aqueles que me incluem sempre na família Pathmos.
E, se isto não é amor, então não sei o que será.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
It's the little things
É a lua ao cair da noite, linda como sempre. O sair mais cedo porque está um dia de sol e ver um dos maiores pôr-de-sol de sempre. O saber sempre o que se passa desse lado. Os pedidos de opiniões e ajuda. A partilha das alegrias. Provarem sempre a minha comida e fazerem-me companhia ao jantar. Ajudarem-me no trabalho e nunca, nunca se esquecerem de mim para o almoço.
It's all about the little things!
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
domingo, 13 de janeiro de 2013
Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido
Hoje não foi o vento, foi a neve. A andar de bicicleta e tudo branquinho e a nevar. Não consegui tirar fotos, ainda não me equilibro muito bem só com uma mão, mas parecia mesmo uma cena de um filme. Há dias que, mesmo com muito frio, vale a pena vivê-los lá fora.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Tudo em meu redor me diz que estás sempre comigo
Ainda um bocado anestesiada das últimas 2 semanas do ano, dos jantares, das despedidas, dos "até já", mas já mais dentro da realidade do daqui para frente dos próximos meses. Uma realidade um pouco mais distante em km, em abraços e almoços demorados e sem tempo para falar tudo o que se quer. Mas os bons dias todas as manhãs, sem excepção, as conversas ao longo do dia, as piadas sem piada que tanto me rio, as partilhas, a preocupação, essas continuam todas cá, nascem todos os dias de manhã ao tirar um papelinho do saco (que sempre me faz rir), nas conversas pelo skype, nas pequenas grandes coisas.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





